Em 2017, devido a situação financeira, precisei gerar um renda extra para garantir o básico em minha casa. Talvez muitos não saibam, sou professor contratado na Rede Estadual de São Paulo, e a precarização da carreira docente obriga milhares de professores a complementar sua renda com alguma atividade econômica paralela. Uma colega, da Rede Estadual, me perguntou hoje qual era a minha carga horária no magistério: leciono a quantidade de aulas que o Estado me permite...
Busquei uma atividade paralela que não atrapalhasse minhas atividades docentes e as atividades em casa. Como todos precisam comer nossa família optou por vender ovos. Ovos são uma ótima fonte de proteínas, e além de me de gerar a renda que precisava, vender ovos me propiciou algo que gosto muito: conversar com pessoas!
Hoje vendo ovos para clientes e para pessoas que são mais que clientes, pessoas com quem converso e me relaciono para além do ato de vender. Também foi assim quando eu e meu irmão montamos uma LAN house. E além disso me veio a mente a ideia de escrever um livro custeado com uma parte do lucro das vendas.
Há muito tempo acalento o sonho de escrever um livro. Na verdade tenho ideias para uns 4 livros além deste do projeto. Só que, por questões práticas, resolvi começar com um livro mais genérico e que me possibilitasse escrever coisas que venho pensando, com um início de escrita mais modesto (quero escrever de forma gradual) e impulsionar o ato de escrever com crowndfuding, ou seja, financiamento coletivo.
Por trabalhar com a venda de ovos me veio a mente a expressão "pisando em ovos", que se refere a "fazer ou falar algo com muito cuidado com muita calma". Como me são caros vários assuntos delicados que merecem ser tratados de uma forma respeitosa e explicados com calma, surgiu o Projeto Pisando em Ovos!
O projeto é simplesmente o casamento da renda extra que me vislumbrou a possibilidade de editar meu livro. Contudo, precisaria de vender milhares de cartelas de ovos para realizá-lo. Então nesta 29/11/2018 comuniquei a meus alunos do 1º termo A da EE Oscar Pereira Machado que iria lançar o projeto através de financiamento coletivo, onde os interessados pelo livro, pagando R$20,00, iria ter seus nomes em destaque no agradecimentos
sábado, 1 de dezembro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Aos mestres com carinho!!!
Como se mede a inteligência de alguém? Temos o famoso teste de QI (quociente de inteligência) que possivelmente será a resposta da maioria. Alguns vão questionar o teste e citar que a inteligência é bem mais do que testes lógicos, afinal ultimamente ouvimos falar tanto de inteligência emocional. Mas seria possível tocar ou segurar, a inteligência de uma pessoa? Eu creio que sim, e explico como.
Fui alfabetizado no fim dos anos de 1970 e começo de 1980 em uma escola municipal da cidade de São Paulo. A escola em questão é a EMEF Professora Iracema Marques da Silveira. Nesta escola tive o privilégio de ter como professoras D. Natalice e Vera Regina, a primeira me ensinou o que eram letras e números, a segunda expandiu meu universo de uma forma colossal.
Natalice foi minha base, foi o piso em que se ergueu todo meu conhecimento de mundo. Já no segundo ano frequentávamos a biblioteca da escola e nossas letras e números ganhavam novos cenários. Lá no terreno da escola subíamos em goiabeiras fingindo ser piratas… Letras, lógica e imaginação sendo cultivadas com ternura por nossa professora, sim minha professora era terna e sorria!!!
Vera Regina por sua vez aproveitou a base bem feita e nos trouxe muito mais. Em seu primeiro ano conosco meus textos cresceram, tomaram corpo e não conseguia mais parar de ler… Com ela fizemos teatro, formamos coral, tivemos pinceladas de artes. Durante os ensaios para peça Mogli o menino lobo, ela nos trouxe uma vitrola portátil com um compacto contando a história. Com ela soube a história de Geraldo Vandré e ouvi Pra não dizer que não falei das flores pela primeira vez.
Depois vieram outros mestres que igualmente me ajudaram nesta trajetória, a saber: professora Valquíria de Língua Portuguesa também na EMEF Iracema Marques da Silveira, professor Carlos de Filosofia e Professora Margarida de Química na EE Professor Aberto Conte. No ensino superior as contribuições das professoras Marly Viana, Maria Inês e Norma Venancio e os professores Valter Silvério. Aliás considero professoa Norma como a segunda Vera Regina.
Hoje, em um dia dos professores, onde até o clima chora pela situação da Educação no Brasil, vou responder a pergunta acima com um antigo sonho. Ao abraçar meus professores e minhas professoras literalmente estarei abraçando 50% de minha inteligência.
Fui alfabetizado no fim dos anos de 1970 e começo de 1980 em uma escola municipal da cidade de São Paulo. A escola em questão é a EMEF Professora Iracema Marques da Silveira. Nesta escola tive o privilégio de ter como professoras D. Natalice e Vera Regina, a primeira me ensinou o que eram letras e números, a segunda expandiu meu universo de uma forma colossal.
Natalice foi minha base, foi o piso em que se ergueu todo meu conhecimento de mundo. Já no segundo ano frequentávamos a biblioteca da escola e nossas letras e números ganhavam novos cenários. Lá no terreno da escola subíamos em goiabeiras fingindo ser piratas… Letras, lógica e imaginação sendo cultivadas com ternura por nossa professora, sim minha professora era terna e sorria!!!
Vera Regina por sua vez aproveitou a base bem feita e nos trouxe muito mais. Em seu primeiro ano conosco meus textos cresceram, tomaram corpo e não conseguia mais parar de ler… Com ela fizemos teatro, formamos coral, tivemos pinceladas de artes. Durante os ensaios para peça Mogli o menino lobo, ela nos trouxe uma vitrola portátil com um compacto contando a história. Com ela soube a história de Geraldo Vandré e ouvi Pra não dizer que não falei das flores pela primeira vez.
Depois vieram outros mestres que igualmente me ajudaram nesta trajetória, a saber: professora Valquíria de Língua Portuguesa também na EMEF Iracema Marques da Silveira, professor Carlos de Filosofia e Professora Margarida de Química na EE Professor Aberto Conte. No ensino superior as contribuições das professoras Marly Viana, Maria Inês e Norma Venancio e os professores Valter Silvério. Aliás considero professoa Norma como a segunda Vera Regina.
Hoje, em um dia dos professores, onde até o clima chora pela situação da Educação no Brasil, vou responder a pergunta acima com um antigo sonho. Ao abraçar meus professores e minhas professoras literalmente estarei abraçando 50% de minha inteligência.
domingo, 10 de junho de 2018
Um fato esquecido nas eleições
Durante a maioria da campanha eleitoral de 2018 seremos bombardiados com os "projetos" que os presidenciáveis nos jogarão dizendo que são importantes para o Brasil. Nos estados os "projetos" se repetirão, agora na boca dos candidatos ao governo e senado. Conscientemente ou não os candidatos a deputado federal e estadual serão negligenciados, ora por terem pouco tempo, ora por não serem alvo de sua observação.
Os cargos majoritários no Brasil ganham um peso desproporcional e talvez por isso o povo odeie o presidente, deteste o governador e ridicularize o prefeito. Nos esquecemos que quem apoia ou se opõe aos atos destes são justamente os vereadores, deputados estaduais e federais. Não tratarei de prefeitos e vereadores pela obviedade das eleições de 2018.
Acompanhe meu raciocínio...
Esquecemos destes candidatos porque somos levados, até mesmo pelas promessas e falso protagonismo das campanhas, a acreditar que quem realmente tem poder são presidentes e governadores. Sim, eles tem sua responsabilidade e seu peso no sistema de governo, mas os "representantes" legislativos tem o poder de barrar ou de levar a cabo os "projetos" dos governantes.
Sendo assim, deveríamos nos preocupar muito com quem ocupa uma cadeira nas Assembleias Legislativas Estaduais e nas duas casas do Congresso Nacional. Eles barganham seus votos, leiloam apoio em troca de favores, ou seja, o famoso fisiologismo.
Porém, sem me deter na Operação Lava Jato segundo o Congresso em Foco :
"188 condenações, nehuma no STF [ até aquelemomento ], R$ 11,5 bilhões a serem recuperados, fruto de colaborações judiciais (R$ 1,9 bilhão já foi devolvido); 39 investigações em tribunais superiores (36 no STF); 103 mandados de prisão preventiva; 118 mandados de prisão temporária; 954 mandados de busca e apreensão; 227 mandados de condução coercitiva; 72 acusações criminais contra 289 investigados; 8 acusações de improbidade administrativa contra 50 pessoas físicas, 16 empresas e um partido político; 163 acordos de delação premiada firmados com pessoas físicas; 11 acordos de leniência, que são firmados com pessoas jurídicas; 395 pedidos de cooperação internacional encaminhados a 50 países; "
Quero focar nas "intenções" e posicionamentos dos parlamentares brasileiros. Devemos, como ato de cidadania, não reeleger nenhum parlamentar que votou contra o povo brasileiro. Em outras palavras:
- votou ou se posicionou pela Reforma da Previdência? Não merece seu voto;
- votou ou se posicionou pela Reforma Trabalhista aceitando a terceirização da atividade fim? Não merece seu voto;
- votou ou se manifestou pelo congelamento por 20 anos dos investimentos públicos e não tem vergonha de aumentar suas verbas e manter os privilégios parlamentares? Não merece seu voto;
- Votou ou se manifestou a favor da desvinculação dos royalties do pré-sal à Educação? Não merece seu voto;
E não separo aqui os senadores deste raciocínio. Já que vamos renovar 1/3 do Senado por que não usar o mesmo critério? Candituras novas, de verdade, no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas podem até não resolver todos os problemas, mas irão substituir um péssimo grupo de parlamentares. Somente desdenhar dos políticos não nos levará a lugar algum, a cidadania se constrói na luta. Precisamos entender que temos o poder de redesenhar o Congresso, já que somos nós que elegemos aqueles que hoje criticamos.
Os cargos majoritários no Brasil ganham um peso desproporcional e talvez por isso o povo odeie o presidente, deteste o governador e ridicularize o prefeito. Nos esquecemos que quem apoia ou se opõe aos atos destes são justamente os vereadores, deputados estaduais e federais. Não tratarei de prefeitos e vereadores pela obviedade das eleições de 2018.
Acompanhe meu raciocínio...
Esquecemos destes candidatos porque somos levados, até mesmo pelas promessas e falso protagonismo das campanhas, a acreditar que quem realmente tem poder são presidentes e governadores. Sim, eles tem sua responsabilidade e seu peso no sistema de governo, mas os "representantes" legislativos tem o poder de barrar ou de levar a cabo os "projetos" dos governantes.
Sendo assim, deveríamos nos preocupar muito com quem ocupa uma cadeira nas Assembleias Legislativas Estaduais e nas duas casas do Congresso Nacional. Eles barganham seus votos, leiloam apoio em troca de favores, ou seja, o famoso fisiologismo.
Porém, sem me deter na Operação Lava Jato segundo o Congresso em Foco :
"188 condenações, nehuma no STF [ até aquelemomento ], R$ 11,5 bilhões a serem recuperados, fruto de colaborações judiciais (R$ 1,9 bilhão já foi devolvido); 39 investigações em tribunais superiores (36 no STF); 103 mandados de prisão preventiva; 118 mandados de prisão temporária; 954 mandados de busca e apreensão; 227 mandados de condução coercitiva; 72 acusações criminais contra 289 investigados; 8 acusações de improbidade administrativa contra 50 pessoas físicas, 16 empresas e um partido político; 163 acordos de delação premiada firmados com pessoas físicas; 11 acordos de leniência, que são firmados com pessoas jurídicas; 395 pedidos de cooperação internacional encaminhados a 50 países; "
Quero focar nas "intenções" e posicionamentos dos parlamentares brasileiros. Devemos, como ato de cidadania, não reeleger nenhum parlamentar que votou contra o povo brasileiro. Em outras palavras:
- votou ou se posicionou pela Reforma da Previdência? Não merece seu voto;
- votou ou se posicionou pela Reforma Trabalhista aceitando a terceirização da atividade fim? Não merece seu voto;
- votou ou se manifestou pelo congelamento por 20 anos dos investimentos públicos e não tem vergonha de aumentar suas verbas e manter os privilégios parlamentares? Não merece seu voto;
- Votou ou se manifestou a favor da desvinculação dos royalties do pré-sal à Educação? Não merece seu voto;
E não separo aqui os senadores deste raciocínio. Já que vamos renovar 1/3 do Senado por que não usar o mesmo critério? Candituras novas, de verdade, no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas podem até não resolver todos os problemas, mas irão substituir um péssimo grupo de parlamentares. Somente desdenhar dos políticos não nos levará a lugar algum, a cidadania se constrói na luta. Precisamos entender que temos o poder de redesenhar o Congresso, já que somos nós que elegemos aqueles que hoje criticamos.
sábado, 2 de junho de 2018
Desafios do espectro político de esquerda no Brasil
Hoje, diante dos ataques aos direitos dos trabalhadores, precisamos rever nossas ações, aproveitar as mídias sociais e a internet para esclarecer o máximo possível toda a população brasileira. Desenvolver novas formas de luta dos trabalhadores (para além do mundo virtual) se faz urgente, não só para dar visibilidade mas também legitimidade as demandas daqueles que realmente criam o valor e a riqueza deste país.
Os trabalhadores estão com os direitos ameaçados pelas reformas da Previdência e Trabalhista.
E esta revisão não se resume somente ao patronato, devemos olhar para o lado, não para descaracterizar a luta dos trabalhadores, mas para impulsioná-la e afastar os entraves do lado de lá e do lado de cá. O caminho deve ser de crítica e autocrítica sempre que for necessário.
Nós que temos um pensamento de esquerda sempre fizemos boas críticas, mas falhamos sempre quando buscamos responder porque nossa luta não avança, porque nossas conquistas são travadas. Quase sempre jogamos a culpa na "conjuntura", nas forças retrógadas do sistema, etc.
Também contribuímos para o fracasso da luta dos trabalhadores quando por purismo não nos unimos. Os partidos que compõem o espectro político de esquerda no Brasil sempre se afastam por suas doutrinas, por suas visões "únicas" de como a classe trabalhadora deve lutar, ou por arrogância de acreditar que são a verdadeira vanguarda do proletáriado.
Do outro lado as bancadas da bala, dos "evangélicos" e do boi vão se articulando para aprovar tudo que os beneficiam e/ou frear os avanços que a sociedade brasileira vinha conquistando ao longo desses anos. Eles se articulam e nós nos fragmentamos em picuinhas doutrinárias.
Cabe agora criar uma agenda mínima das esquerdas e nos movimentar para superar as dificuldades e reverter esta onda retrógada que dilapida os direitos conquistados pelas árduas lutas dos trabalhadores. Precisamos aproveitar que a direita vem fragmentada, com vários candidatos nessas eleições de 2018 e se possível montar uma Frente de Esquerda para conquistar o maior número de cadeiras no Senado e na Câmara federal.
Os trabalhadores estão com os direitos ameaçados pelas reformas da Previdência e Trabalhista.
E esta revisão não se resume somente ao patronato, devemos olhar para o lado, não para descaracterizar a luta dos trabalhadores, mas para impulsioná-la e afastar os entraves do lado de lá e do lado de cá. O caminho deve ser de crítica e autocrítica sempre que for necessário.
Nós que temos um pensamento de esquerda sempre fizemos boas críticas, mas falhamos sempre quando buscamos responder porque nossa luta não avança, porque nossas conquistas são travadas. Quase sempre jogamos a culpa na "conjuntura", nas forças retrógadas do sistema, etc.
Também contribuímos para o fracasso da luta dos trabalhadores quando por purismo não nos unimos. Os partidos que compõem o espectro político de esquerda no Brasil sempre se afastam por suas doutrinas, por suas visões "únicas" de como a classe trabalhadora deve lutar, ou por arrogância de acreditar que são a verdadeira vanguarda do proletáriado.
Do outro lado as bancadas da bala, dos "evangélicos" e do boi vão se articulando para aprovar tudo que os beneficiam e/ou frear os avanços que a sociedade brasileira vinha conquistando ao longo desses anos. Eles se articulam e nós nos fragmentamos em picuinhas doutrinárias.
Cabe agora criar uma agenda mínima das esquerdas e nos movimentar para superar as dificuldades e reverter esta onda retrógada que dilapida os direitos conquistados pelas árduas lutas dos trabalhadores. Precisamos aproveitar que a direita vem fragmentada, com vários candidatos nessas eleições de 2018 e se possível montar uma Frente de Esquerda para conquistar o maior número de cadeiras no Senado e na Câmara federal.
quinta-feira, 23 de março de 2017
Cardume?
Na imensidão dos oceanos os peixes se reúnem, por instinto, em cardumes para escapar dos ataques de predadores. No nosso mundo propomos a união dos trabalhadores para enfrentar os patrões e alcançar melhores condições de Vida. Inicialmente esta união pode ser por motivos menos nobres, como somente buscar aumento salarial (economicismo) ou proteger nossos empregos e proteger nossa categoria (corporativismo), mas para além destas posturas queremos uma real consciência de classe!
Propomos uma mudança de pensamento, do individualismo exacerbado que assola nossa sociedade para coletivo que aglutine, fortaleça e distribua o valor entre todos os participantes do nosso cardume social. Essa união não deve ser encarada somente como estratégia da classe trabalhadora, deve ser o início de um processo que gere uma solidariedade entre os trabalhadores.
Para que este movimento se inicie e ganhe direção publicaremos aqui tudo que acreditamos contribuir para este fim, sejam artigos informativos, análises conjunturais, formação política, pequenas dicas ou críticas ou perguntas que cogitem nosso cotidiano. Os desafios aqui não são pequenos, pois presos em nossos cotidianos somos condicionados a não construir saídas coletivas, pois somos sempre induzidos ao sucesso individual, a ostentação, a procura de status, etc. E isso não se dá por acaso: divididos somos presas fáceis para os tubarões!
Venha para o nosso cardume social: aqui a luta, a solução e os ganhos são coletivos!
Propomos uma mudança de pensamento, do individualismo exacerbado que assola nossa sociedade para coletivo que aglutine, fortaleça e distribua o valor entre todos os participantes do nosso cardume social. Essa união não deve ser encarada somente como estratégia da classe trabalhadora, deve ser o início de um processo que gere uma solidariedade entre os trabalhadores.
Para que este movimento se inicie e ganhe direção publicaremos aqui tudo que acreditamos contribuir para este fim, sejam artigos informativos, análises conjunturais, formação política, pequenas dicas ou críticas ou perguntas que cogitem nosso cotidiano. Os desafios aqui não são pequenos, pois presos em nossos cotidianos somos condicionados a não construir saídas coletivas, pois somos sempre induzidos ao sucesso individual, a ostentação, a procura de status, etc. E isso não se dá por acaso: divididos somos presas fáceis para os tubarões!
Venha para o nosso cardume social: aqui a luta, a solução e os ganhos são coletivos!
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